Textos simplórios de um espectador perverso.
E sem a autocrítica do blogueiro, não vale!
(Visualizem essa budega pelo Firefox; ele não é amigo do Explorer)
O objetivo desse frame eram 2:
1) exaltar eu mesmo bandas fodas como Goblin e Iron Maiden
2) se mostrar surpreendido, não só com as escolhas musicais, mas como elas recebem uma estampa logo na abertura do filme, como se fosse uma questão de vestir uma camisa metaleira para se integrar ao grupinho. Achei isso muito curioso.
Na época do post, ainda pensei em comentar sobre o absurdo uso do som neste filme, particularmente da inserção destas músicas não-diegéticas. Cara, é uma espécie de anti-videoclipe, que repudia qualquer ritmo que a música possa oferecer a montagem, qualquer “sentimento” que sirva à dramaturgia; que na verdade usa a música com um estranhamento indescritível, fazendo uma certa sublimação da imagem, como se fosse uma prática de feitiçaria, oq é particularmente o caso da 1a. vez que toca Iron Maiden quando a Jennifer Connely encontra um crânio com a ajuda de seus insetos.
Ninguém usa a música daquele jeito. Quer dizer, tem o Crônicas de Anna Magdalena Bach, e é isso!
Hello brother!!
Esse é um filme do Argento, né não?
Desenterrou os posts, hein?
Sim, Phenomena, do Argento.
O objetivo desse frame eram 2:
1) exaltar eu mesmo bandas fodas como Goblin e Iron Maiden
2) se mostrar surpreendido, não só com as escolhas musicais, mas como elas recebem uma estampa logo na abertura do filme, como se fosse uma questão de vestir uma camisa metaleira para se integrar ao grupinho. Achei isso muito curioso.
Na época do post, ainda pensei em comentar sobre o absurdo uso do som neste filme, particularmente da inserção destas músicas não-diegéticas. Cara, é uma espécie de anti-videoclipe, que repudia qualquer ritmo que a música possa oferecer a montagem, qualquer “sentimento” que sirva à dramaturgia; que na verdade usa a música com um estranhamento indescritível, fazendo uma certa sublimação da imagem, como se fosse uma prática de feitiçaria, oq é particularmente o caso da 1a. vez que toca Iron Maiden quando a Jennifer Connely encontra um crânio com a ajuda de seus insetos.
Ninguém usa a música daquele jeito. Quer dizer, tem o Crônicas de Anna Magdalena Bach, e é isso!