Logo depois da saída de O escafandro e a borboleta, aquela van 93 lotada. Em pé, com pescoço inclinado, tendo meu campo visual limitado e forçosamente oblíquo, nada mais a ver, fixamente, do que uma garotinha que, aproveitando o sinal fechado, lia, a seu modo, em algum lugar que me restava como um incompreensível fora-de-campo. [...]
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