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    Textos simplórios de um espectador perverso. E sem a autocrítica do blogueiro, não vale! (Visualizem essa budega pelo Firefox; ele não é amigo do Explorer)

Alô

Não demorou muito. Novo blog. WordPress agora porque fiquei com a impressão que este te dá mais possibilidades. Não que eu ainda saiba utilizá-las — e mesmo tenha interesse de aprendê-las.

Na verdade, queria o nome In a glass house pro endereço e no blogspot já tinha, inclusive variantes.

In a glass house é um nome de um cd e de respectiva faixa do Gentle Giant. A questão não é a referência, contudo. É que tem a ver com casa, ou pelo menos, a extensão do meu quarto, essa quina que eu posso compartilhar com os amigos e sabe-se lá mais quem, beber um chopp e blablabla. Tem a ver com vidro e da extensão triangular que eu divulgo aí em cima. O projeto do blog é esse, o mermo do outro. Falar o que der na telha, sem buscar um caminho muito certo, ter segurança de porra nenhuma, expor essas minhas fraturas, esses meus assopros.

Frágil porque transparente, e vice-versa. O asséptico fica como gurgeta.

Sobre a música, nem sei o que acho. Foi a primeira que baixei da banda. Com o tempo, não achava grande coisa. Não era nem a melhor faixa de um cd que certamente considero o pior entre o Acquiring the taste (que é o 2o. do grupo) e o Free Hand (que é o 7o.). Fiquei sem ouvi-la um tempão. Dia desses, tomei coragem, fui visitá-la novamente. Acho que o barato dessa música é esse mesmo. Visitá-la. Se deixar surpreender com os riffs, as construções de compasso, as variações de tom e ritmo, uma coisa quase de Lego, de uma peça que vai encaixando na outra. Música que faz sentido assim, se esquecendo dela, para redescobri-la como se experimentada pela primeira vez.

Aliás, para fazer uma comparação do momento, isso é o que eu penso também de Bug, o novo do William Friedkin em cartaz. (Claro, afirmação perigosa, já que o filme lida com questões temáticas, diegéticas, textuais, extra-fílmicas que não tem porra nenhuma a ver com a música. É mais pela experiência em assisti-lo mesmo).

By the way, o Radiohead, coincidência ou homenagem, tem uma faixa no álbum Amnesiac intitulada Life in a glass house. Musicalmente, não vejo qualquer tipo de referência à faixa do Gentle giant, ou ao cd homônimo ou mesmo à banda.

(…)

Espero que a casa sobreviva a arranhões.

Uma resposta

  1. ah, muleque!

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